domingo, 31 de outubro de 2010

4 coelhos e 1 cajado

E nesse vai-e-vem dessa vida corrida arrumei um tempo para vir a BH. Para essa viagem eu me vali de 4 motivos, que seguem abaixo:

1- Segundo turno das eleições para presidente. Esse foi o motivo de maior força, já que era só eu vestir minha cara de "dever cívico a ser cumprido" que não tinha como contestar. Vim, votei e espero que a Dilma realmente não faça uma cagada muito grande. Estou torcendo pra ela não ser ruim (como eu pensava que seria) e que consiga fazer o Brasil continuar sempre melhorando. Eu não sou desse tipo de pessoa que, só porque ganhou alguém que eu não queria, fica revoltada e torce para que ela faça tudo errado para provar que todo mundo fez uma péssima escolha. Não. Pra mim foi uma disputa clara que terminou com uma vencedora, que merece o nosso respeito e apoio. Afinal de contas ela é a nossa realidade.

2- Ir ao dentista, numa consulta meio emergencial. Simplesmente uma obturação minha quebrou. Fui  e descobri que meu dente precisava de um reparo gigante. E eu "adoro" dentistas! O barulho do motorzinho, por si só, me faz tremer de pânico. Mas esse foi mais um problema resolvido.

3- Comemorar meu aniversário (data oficial dia 04 de novembro) com minha família e amigos. Foi muito divertido. Convidei um grupinho das antigas e comemos tanto que quase um reboque foi necessário pra levantar a galera. E olha que quase o povo não consegue ir embora. Quando tentaram da primeira vez, faltou luz. Esperamos meia hora e, quando ela finalmente voltou e o pessoal já estava ligando pro táxi, quem disse que lugar algum atendia? Mais de uma hora depois, quando todo mundo resolveu simplesmente ir andando até encontrar um carro, começou a chover loucamente! kkkkk. Coitados, demoraram mais de 2 horas desde que tentaram sair aqui de casa!

4- Esse motivo foi o menos confiável, mas me vali dele para justificar a minha viagem. A minha sobrinha poderia nascer a qualquer momento. Mas estava marcado para o final da primeira /começo da segunda semana de novembro. E não é que ela nasceu hoje? Nasceu e não é amassadinha, como a maioria dos recém-nascidos. É fofa! E eu sou tão sortuda que matei TODOS os coelhos numa cajadada só!

*Imagem: http://www.rabbitnut.com/

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sábado, 30 de outubro de 2010

"Por que a galinha atravessou a rua?" - Um resumo dos debates dos presidenciáveis


Recebi uma piadinha de um amigo, por email, que representa exatamente um resumão divertido de como foram os debates entre José Serra e Dilma Rousseff:

Serra e Dilma respondem: “Por que a galinha atravessou a rua?”

Dilma Rousseff: “No que se refere ao fato de a galinha ter cruzado a rua, eu considero que este é mais um ganho do governo do presidente Lula. Eu considero que foi apenas depois que o presidente Lula me pediu para coordenar o PAC das Ruas é que as galinhas no que se refere ao cruzamento das ruas tiveram a oportunidade de poder cruzar as ruas, coisa que, aliás, só as galinhas com maior poder aquisitivo podiam no governo FHC, no qual o meu adversário foi ministro do Planejamento e da Saúde”.

José Serra: “Olha, este é mais um trolóló da campanha petista. Veja bem, as galinhas cruzam as ruas no Brasil, há anos. Eu mesmo coordenei a emenda na Constituição que permite o direito de ir e vir das galinhas. Eles ficam falando que foram eles que inventaram esse cruzamento de ruas, mas já no governo Montoro, quando eu era secretário do Planejamento, as galinhas cruzaram as ruas com maior segurança. Eu, por exemplo, criei o programa Galinha Paulistana, que permitiu que milhares de galinhas pudessem cruzar as ruas e, agora no meu governo, vou criar o “Galinha Brasileira”, em que toda galinha terá direito de cruzar as ruas quantas vezes quiser “

kkkkkk, ri demais. Pena que não sei quem fez essa pérola!

OBS: Imagem de autoria desconhecida.

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domingo, 24 de outubro de 2010

3 filmes diferentes

Assisti a 3 filmes recentemente. Os 3 são tão absolutamente diferentes que nem sei se cabem num post só. Mas como eu só quero fazer comentários rápidos, vão todos aqui mesmo. 

Primeiro eu vi "Nosso Lar", filme que retrata o livro de André Luiz, psicografado por Chico Xavier. Fui ver por curiosidade mesmo, já que fui almoçar no shopping, num sábado depois de ter ido trabalhar, e me deu uma vontade de ir ao cinema. Achei interessante, mas não sei se a minha opinião vale muito, pois já conhecia a história e o que esperar.


Depois eu vi "Comer, Rezar, Amar", filme que retrata o livro de mesmo nome, que eu já comentei AQUI. Gostei. Não amei. Mas gostei sim. Assim como o livro - que tinha partes super emocionantes, envolventes, dramáticas, tediosas e insuportáveis - o filme ganha uma nota intermediária, simplesmente porque tem pontos em que eu daria 10 e pontos que ganhariam 0. Achei legal colocarem a Julia Roberts bem "largadona"... porque bonita "photoshop" ela não tava não! Na verdade estava até à vontade demais. E também foi bom eles terem encurtado o "rezar" para algo menos cansativo (no livro dava vontade de dormir nessa parte). Mas inaceitável foi terem escolhido o ator espanhol Javier Bardem para viver um brasileiro. Pra quê? Por quê? E não me digam que não existe um ator brasileiro à altura... que arrumassem um.. mas ouvir o cara tentando falar um português super macarrônico não deu certo - vergonha alheia!!! Assim como o livro, "Comer, Rezar, Amar" é um filme feminino. Quase todas as mulheres acabam se vendo retratadas em algumas cenas.


Por fim, ontem fui assistir ao "Tropa de Elite 2". E simplesmente A-DO-REI! O problema de assistir a um filme como esse é que saio do cinema completamente bélica, querendo metralhar meio mundo, tolerância zero! Quando vi o primeiro filme, concordei plenamente com a idéia que ele passava. Quem tem muita culpa do tráfico de drogas estar como está são os usuários de drogas, que sustentam o comércio ilegal, que fazem rolar o dinheiro e levar cada vez mais gente para o buraco. Claro que nada é simples assim, mas gostei do tapa na cara que o filme deu em todo mundo, rebaixando o usuário para o mesmo nível do traficante: Quem ajuda a manter o tráfico é tão culpado quanto quem vive dele! E ao ver "Tropa de Elite 2" saí de lá meio depressiva, com vontade de dar uma surra em cada político, em cada aproveitador, safado, canalha, vagabundo e picareta que se usa o Sistema para lucrar. E a tristeza vem de saber que o mundo acaba sendo mesmo dos corruptos, de quem se aproveita dele, e o resto que se dane. Muito bom o filme e a mensagem é triste, mas real. Vale muitíssimo a pena. Fora que o Wagner Moura na pele do Capitão Nascimento não dá pra deixar passar sem dar uma conferida, né. kkkkkkkkkkkkkkkk!

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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Das coisas boas do ambiente acadêmico

Se existe algo que sempre vai me fazer muita falta é o ambiente encontrado nas universidades públicas brasileiras. Principalmente das grandes universidades, como UFMG e USP. Chega atá a ser difícil se adaptar em outro lugar, um trabalho diferente. As universidades são sempre espaçosas e alegres. Sim, alegres. O ambiente tem algo de vibrante e aconchegante, apesar de às vezes conseguir ser estressante e cansativo. O horário de quem faz pós-graduação ou é professor é bastante moldável. Fora os dias que é imprescindível estar bem cedo para um experimento, prova ou reunião, no geral existe uma liberdade grande para se organizar o próprio cronograma. As pessoas com quem você trabalha, na maioria das vezes, também estão com mil perguntas na cabeça, ocupadas com seus testes e hipóteses, o que torna a convivência um tanto quanto interessante e fértil. Sempre tive uma boa interação com os colegas de laboratório e tenho sorte de ter formado parte de uma "pequena comunidade" pelos locais onde passei. E como todos convivem muito próximos, partilhando conhecimento, dúvidas e momentos de lazer, várias atividades envolvem todo mundo. Já comentei AQUI antes que eu e dois outros amigos criamos um Clube do Conto, para ler textos e inglês, discutí-los nessa língua e manter o idioma afiado. Também é bem comum sairmos para almoçar, todos juntos, por conta de um aniversário ou comemoração de qualificação ou defesa de mestrado/doutorado. As reuniões semanais, por mais cansativas que possam parecer (e realmente são, ao longo do ano) fazem o ambiente estar sempre fervilhante de novas informações. Os congressos são momentos importantes, onde os trabalhos são apresentados e ficam ali à mercê das opiniões (científicas ou não) alheias. Volta e meia surgem grandes descobertas! Mas é claro que nem tudo são flores. Existe o ego e desmandos de muitos professores sem noção. Quase todo ano surgem as greves, que eu, realmente, só apoio quando é feita de maneira pacífica e organizada, e não quando envolve fechamento de prédios, panelaço e impedimento do direito das pessoas que querem trabalhar e não estão a fim de aderir à greve (E esse é um ponto que nunca é mostrado nas reportagens. Só se mostra como a greve para a universidade, mas não como às vezes ela é injusta com quem precisa continuar levando a vida). Independente disso, a Universidade é um ambiente muito diferente dos demais. Esses dias mesmo recebi um email da USP avisando que a partir de agora, uma vez por mês, seria realizado um pequeno concerto numa das salas do meu prédio. Claro que não perdi a oportunidade. E foi a coisa mais linda do mundo! Imagine uma sala, na hora do almoço, LOTADA de alunos, professores, funcionários... e todos ouvindo Beethoven. Até um tantinho de ópera teve. Achei a iniciativa sensacional. Pequenas coisas como essa, surpresas que acontecem e tornam esse dia a dia ainda mais rico e prazeroso, fazem com que eu pense e repense uma possível saída da vida acadêmica!

PS: relendo esse texto sinto que meu nível de serotonina devia estar alto. Foi quase algo do tipo: "Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá...! kkkkkk

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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O livro nosso de cada dia nos dai hoje!


Um dos pequenos prazeres que eu sempre cultivei foi seguir a indicação de um bom livro que algum amigo me dava. Na verdade, lembro de inúmeras vezes em que perguntei: "Qual o seu livro preferido?". Porque todo mundo tem pelo menos um livro que achou muito bom. E me dava gosto ler a tal indicação e tentar encontrar aquilo que marcou tanto a outra pessoa.

Atualmente estou encalhada nas leituras. Estou lendo dois livros já faz um tempão, porque tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo - trabalho, cansaço, jogos e obrigações - que não consigo avançar neles. Um deles é "Antigua Vida Mía", da escritora chilena Marcela Serrano, e me foi emprestado por uma amiga argentina (em espanhol). O livro é muito bom, mas profundo, daqueles que requer tempo e concentração. O outro é o American Gods, do Neil Gaiman, que já comecei há tantos meses e ainda está pela metade. Mais uma vez, não é porque a obra é ruim. É outro livro complexo, riquíssimo em detalhes e tipicamente Neil Gaiman (isto é, bizarro mas interessantíssimo).

Apesar de também ter uma pilha de livros esperando sua vez, hoje cheguei para a aula de espanhol e, do lado da sala de aula havia uma feirinha de livros. Obviamente não consegui passar reto. Mais obviamente ainda achei várias obras interessantes. E por fim não resisti e saí de lá com duas novas aquisições. Dessa vez resolvi finalmente conhecer Lygia Fagundes Telles e levei para casa o famoso "Ciranda de Pedra" e o premiado "As Horas Nuas". Vamos ver o que acharei dos dois, no ano que conseguir tempo para lê-los!

Mas essa lenga-lenga desse post era mais para falar do Prêmio Nobel de Literatura de 2010, que foi para o escritor peruano Mario Vargas Llosa. Mais um que conheço de nome mas não de histórias. Fiz uma breve pesquisa sobre seus livros e com certeza vou ler "Travessuras da Menina Má" e "A Cidade e os Cachorros". Fica a dica para quem precisava de uma inspiração literária!

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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Sobre como se sentem as sardinhas em lata

Um dia São Paulo ainda explode de tanta gente. Certeza. Como pode um lugar aguentar tantas pessoas zanzando pra cima e pra baixo diariamente? Eu tendo a ser uma pessoa de ótimo humor e relativamente tranquila. Mas tem dias... ahhh.. tem dias, que eu começo a ter delírios altamente vívidos em plena rua. E nesses dias não tem BOPE que me segure, eu sou praticamente o mais fodástico dos X-Men. Tudo normalmente começa com o simples ato de pegar ônibus. Simples em qualquer canto do Brasil, mas não em SP. Nãããão. Aqui é o mesmo que um campo de guerra. Dizem que a cidade vai melhorar se as pessoas deixarem os carros em casa e passarem a usar mais o transporte público. Hunpf! Sei lá se vai. Pode até ser que o trânsito e a poluição melhorem. Mas acho que um monte de gente vai morrer de raiva dentro dos ônibus ou esperando por eles. Porque, ao contrário do que pregou Tiririca: pior que tá, fica! Mas voltando ao ponto de ônibus. Pensem na situação. Feriado prolongado. Eu tentando ir almoçar no shopping.  E a pergunta que eu ainda não sei responder é POR QUÊ, MEU DEUS?? POR QUÊ EU TIVE ESSA IDÉIA RUIM DE IR AO SHOPPING EM SP, EM PLENO FERIADO? Juro que fui tão apertada num canto do busão, que quando tentei chegar pro lado, minha perna ficou presa no ar entre dois gordinhos folgados. E eu fiquei assim a viagem toda. Só com um pé no chão. E quando deu a hora de descer, alguém teve que me puxar que nem a gente puxa uma rolha de uma garrafa de vinho. Faltou fazer "PLOC". Coisa mais primitiva, meu Deus! E na volta, fiquei simplesmente 40 minutos esperando passar um dos 4 ônibus que posso pegar. Enquanto isso passaram 8 ônibus com o letreiro de "Jd. João XXIII" ou "Terminal Campo Limpo". Eu tenho um ódio tão fervoroso desses dois lugares, nos quais nunca fui, que chego até a sonhar com isso! Esses dias mesmo eu acordei suada, meio sem fôlego, porque no sonho eu tentava pegar um ônibus mas TODOS viravam Jd João XXIII ou Term. Campo Limpo. NO SONHO eu tive que ir à pé pra casa. Ninguém merece! Mas aí, tô eu tentando entrar na lotação mais lotada DO MUNDO, quando um velhinho chega me empurrando e reclamando que ninguém deixa ele entrar primeiro! Gente, que mania! Já não tem cadeira reservada? Ninguém vai roubar o lugar de ninguém! E aí o senhorzinho foi apertando, empurrando, até que eu perdi a paciência e falei pra ele ter mais educação com as pessoas, respeitar quem também estava ali na mesma situação. E que situação! Nisso eu já estava enxergando vermelho. Todo mundo para mim era um alvo em potencial. Ahh se eu tivesse um super bazucão, iria dar tiro pra todo lado! kkkkk.
Foi um horror. E sempre que isso acontece, o que é frequente, eu me pego pensando, filosofando, sobre os motivos que levam uma pessoa a escolher ter esse tipo de vida em SP. A única resposta é falta de opção, porque estressado, cansado, mal-humorado, mal pago e suado ninguém quer ser! Ahhh, mas nessas horas a minha recente idéia de largar tudo e ir pra Gramado bate forte! hahaha!

PS: Hoje, para tentar ser uma pessoa melhor e que é paciente e iluminada (kkkk) eu fui ao cinema ver "Nosso Lar", um filme baseado no livro espírita de André Luiz, psicografado por Chico Xavier. Gostei! Interessante, apesar de ser uma visão diferente da minha.

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domingo, 10 de outubro de 2010

Gramado para iniciantes

Foto "turistão"
 
Semana passada estive em um congresso em Gramado, RS. Fui com uma turma do laboratório onde trabalho e fiquei tão impressionada com a cidade e os arredores que levei um tempo tentando montar um texto que fizesse sentido e mostrasse um pouquinho do que passei por lá. Eu não conhecia nadinha do sul do Brasil, portanto perdoem os adjetivos rasgados que aparecerão, mas eu sou tal qual aquela pessoa que vê o mar pela primeira vez depois de mais velho. A serra gaúcha é sensacional! E esse é um post para quem nunca esteve por lá, ou não sabe muito sobre o lugar.

Flores da Serra Gaúcha

A primeira coisa que salta aos olhos é como a cidade é linda. Gramado é tão bem cuidada, tão cheia de detalhes e tão exuberante nas flores que deveria se chamar Florido. As flores de Gramado estão espalhadas em jardins bem cuidados, ladeando monumentos, construções, praças ou debaixo da janela nas casinhas de estilo germânico.

Detalhes de Gramado

Eu sei que é uma cidade super turística e por isso é esperado que seja assim mesmo. Mas a verdade é que eu só conhecia um pouco do nordeste, centro-oeste e sudeste, e nunca imaginei que esse nível de organização e cuidado funcionasse de verdade. A flor típica e símbolo da região é a hortênsia, mas elas não estavam por lá dessa vez. Mas tem tanto pé/arbusto de hortênsia que eu imagino como a cidade inteira deve ficar azulzinha em certas temporadas.

Gramado não tem semáforos! Mas é só você ameaçar colocar o pé na rua que TODOS os carros param. E se bobear os motoristas ainda te desejam bom dia e bom passeio. E isso não é brincadeira, já que em todas as lojas que entrei, restaurantes, lanchonetes e mesmo pelas calçadas, VÁRIAS pessoas perguntavam se eu precisava de ajuda e me desejavam um ótimo dia! O povo é tão educado que dizer só um obrigado soa meio grosseiro hahaha!
Tour pelas cidades vizinhas e passeio de Maria Fumaça
Aproveitamos para fazer muitos passeios interessantes pela cidade. O primeiro foi um tour pelas cidades de Nova Petrópolis, Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa. Vimos praças lindas, fazendinhas que parecem ter sido tiradas de livros, fomos à Vinícola Miolo, à Tramontina, passeamos de Maria Fumaça com direito a showzinhos e degustamos vinhos e sucos. Na cidade, fizemos vários programas gastronômicos: fora as milhares de chocolaterias, fomos a um rodízio de Fondue (que lá é chamado de Sequência de Fondue) maravilhoso, comemos strudel e tomamos chocolate-quente em praticamente todos os lugares da cidade, fomos a um dos famosos Cafés-Coloniais (esse eu não gostei muito, mas como todos chegamos à conclusão que tivemos azar com o dia e hora que fomos ao local, não vou ficar falando mal) e descobrimos a melhor padaria DO MUNDO. Mas o melhor passeio, apesar de ter sido meio caro, foi a "Noite Gaúcha", numa churrascaria de primeiríssima chamada "Garfo e Bombacha". Além da comida ser absurdamente boa, acontecem shows de danças típicas do sul. É lindíssimo e super interessante. 


Noite Gaúcha: Show e as 4 "gurias"

Na própria cidade pode-se visitar o Mini-Mundo, que é uma atração tão fofa que dá pra ficar horas tirando fotos e esquecer do tempo. São várias miniaturas de cidades, pessoas, cenas urbanas e campestres, imitações de construções que existem na vida real, tudo feito com muita precisão, nos mínimos detalhes! E de lá, no mesmo dia, ainda dá pra passar pelo Lago Negro, sentar num banquinho e ficar babando pela paz e beleza do lugar.

Mini-Mundo

Por fim, no último dia, conhecemos a Cascata do Caracol, que é lindíssima, fizemos um passeio de teleférico, conhecemos um local chamado Mundo a Vapor que mostra miniaturas exatas e funcionais de máquinas que ajudaram na revolução industrial, fomos a um parque chamado Alpen Park (que tem atrações como Tirolesa, Trenó, Cinema 4D, etc) e terminamos o dia comprando uns pães MARAVILHOSOS (as famosas cucas) que são feitos em fornos na própria rua em Gramado e vendidos a preço de banana!
Parque do teleférico (Cascata do Caracol ao fundo) e Mundo a Vapor

Voltei para SP carregada de coisinhas, até cuia pra chimarrão eu comprei, pensando logo em largar tudo e ir viver no sul, numa casinha de telhado pontudo e com florzinha na janela.
Ahh, e para quem estiver se perguntando do motivo da minha viagem, abaixo segue a prova de que eu também estive todos os dias no congresso! ...ou quase todos, mas isso não vem ao caso! kkkkk



OBS: A maioria das fotos são da Patrícia Kossugue (pelo menos as bonitas!). É só clicar nelas para ver ampliado.

OBS2: Não coloquei site de nada. É muito fácil encontrar informações sobre Gramado e todos os passeios que fizemos pelo google mesmo. 

OBS3: Conversando com os moradores descobri que uma das épocas mais baratas para ir a Gramado é  Janeiro-Fevereiro, quando é baixa temporada por lá. É bem quente nessa época, mas as vinicolas estão carregadas de uvas prontas para a colheita. Mas obviamente, para quem preferir agito, a cidade e arredores oferecem uma série de festivais (de cinema, da uva, do vinho, do espumante, etc) e ainda tem o famosissimo Natal Luz, que dura mais de 2 meses e dizem ser imperdível (e caro!).

OBS4: A única "mágoa no coração" que ficou foi por não poder conhecer a Vila do Papai Noel. Tentamos ir até lá umas 2-3 vezes, mas sempre estava fechando ou iam fechar. E olha que ligávamos antes, mas lá eles mudam de idéia de acordo com o o tempo (se chove ou faz neblina, a Vila não abre ou fecha horas antes do marcado).

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