sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Bad project

Sensacional esse vídeo feito por pesquisadores/doutorandos de um laboratório real, nos Estados Unidos. Eles usaram a música da Lady Gaga, "Bad Romance", e fizeram uma paródia da vida dos doutorandos que caem nas "pegadinhas" dos projetos! A "cantora" do vídeo é a "Lady Science" e a música, modificada, passou a se chamar "Bad Project"!


PS: Típico post que só quem trabalhou em laboratórios de Biologia celular, Biomol, vai entender completamente, mas é tão divertido que eu tive que compartilhar! Acho que já assisti umas 10x! hahaha

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Cartolando

É engraçado como algumas músicas ficam na nossa cabeça, por mais que tentemos tirá-las de lá. Isso acontece tanto com músicas boas como com as ruins. Hoje eu me lembrei, logo depois de ler um trecho triste de um livro, de uma música que há MUITO TEMPO eu não ouvia. Lembro que, por muito tempo, achei que essa fosse a canção mais triste que eu já tinha ouvido. Bonita, sim... mas um tanto deprimente na sua mensagem: "Acontece", do Cartola.


E, finalmente, a outra música que eu sempre ouvia em seguida, também do Cartola, mas cantada pelo Cazuza: "O Mundo é um Moinho"


Na verdade já tinha tanto tempo que eu não ouvia Cartola, que fiquei até empolgada!

PS: E, não, eu não estou triste, viu amigas que vão me perguntar isso logo mais! Eu só relembrei do como adoro um samba triste de raiz!

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Bon Appétit!

Simplesmente porque, às vezes, a vida aqui fica extremamente repetitiva e "boring" e com pouca coisa para fazer (fora a tonelada habitual de trabalho), eu resolvo escolher um filme assim, do nada, e assistir para passar o tempo. Alguns dias atrás eu peguei o filme Julie & Julia. Nem sei o porquê. Era um filme que me chamou a atenção por ter a Meryl Streep e também um pôster diferente. Adoro filmes que contam histórias paralelas, com alguma ligação entre elas. E também acho legal, de vez em quando, tentar assistir um filme sobre o qual não se sabe nada. Basicamente, o filme mostra uma mulher americana que, por falta de um projeto melhor para se apegar, resolveu fazer, em um ano, todas as 524 receitas de um livro chamado "Mastering the Art of French Cooking", da chef de cozinha Julia Child (que eu não tinha idéia de quem seria). Até aí, a idéia nem é tão boa assim para dar um filme interessante. Mas não é que deu certo? Tá.. não é assim um excelente filme, mas é bem trabalhado e conseguiu chamar a minha atenção. Por que? Vários motivos. O primeiro é que praticamente tudo é real. Existe realmente uma americana chamada Julie Powell que se propôs a cozinhar como uma louca por 365 dias. E, paralelamente, a vida da chef Julia Child é mostrada, baseada em sua biografia "My Life in France". Na verdade, a sua paixão pela culinária francesa é o foco em questão. Na vida real, a Julia Child tinha 37 anos quando se matriculou num curso de cozinha em Paris. Ela estava lá porque o marido foi transferido e não tinha absolutamente nada pra fazer. Pois ela conseguiu se tornar um fenômeno, uma grande chef com suas peculiaridades absolutamente bem retratadas pela Meryl Streep (impressionante!). Acho que gostei bastante da idéia de recomeço que o filme passa. Julia Child não só conseguiu virar uma chef, tardiamente, mas também encarou essa nova empreitada num país diferente, num momento em que ela mal sabia falar francês. Já a outra... sem comentários sobre o fato dela ter feito 524 receitas francesas em um ano... Depois de terminar o filme, fui atrás do blog da Julie Powell, e descobri que, não só ele existe, mas foi transformado em livro. Fiquei pensando: o que leva uma pessoa a entrar numa loucura culinária como essa? E o que leva uma mulher de 37 anos, absolutamente inapta na cozinha, a se transformar num sucesso mundial da culinária? Só sei que me empolguei. Fui pra cozinha, inventei moda e comecei o meu próprio projeto pessoal, muito menos ambicioso que o delas, já que eu simplesmente quero fazer mais do que as minhas 3 a 5 receitas habituais sem fazer feio na frente de possíveis visitas. E um dia, poder dizer sem medo, assim como a Julia Child: Bon Appétit!!!

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sábado, 22 de janeiro de 2011

Memórias de uma Gueixa - Arthur Golden

Um livro surpreendente. Foi a conclusão a que cheguei após ler "Memórias de uma Gueixa", de Arthur Golden. O filme eu já tinha assistido há muito tempo atrás. Lembrava de poucas coisas: uma menina que foi vendida, uma gueixa má e outra boa, uma paixão, um monte de decepções, e paisagens lindíssimas. Acho que, por ter visto o filme, resisti tanto a ler o livro. Tenho tanta coisa diferente para ler que, esse não era nenhuma prioridade na minha lista. Só tive coragem de começar, depois que uma amiga insistou para que o fizesse, já que esse é um dos seus livros favoritos. E eu fiquei tão feliz por ter tomado essa decisão. Li em algum lugar um comentário com o qual concordo plenamente: esse livro é como uma sobremesa refinada, que deve ser saboreado vagarosamente, aproveitando-se a beleza, a apresentação, o gosto especial. "Memórias de uma Gueixa" é um livro para deixar os seus leitores querendo cada vez mais. A forma como o desenrolar da história é descrito já é encantadora, poética, cheia de vida! E, apesar da personagem principal ser fictícia, as referências ao Japão e aos seus costumes são bastante interessantes e próximos da realidade. E, como tantos outros bons livros, existem os personagens que sao claramente bonzinhos ou maus, mas também existem aqueles que caem num limbo de classificação, já que os adoramos ou detestamos, de acordo com as viradas dos capítulos. É uma obra linda. Vale muito a pena. É emocionante. E tem passagens que mereceram ser copiadas, como estas:

"A dor é uma coisa muito esquisita; ficamos tão desamparados diante dela. É como uma janela que simplesmente se abre conforme seu próprio capricho. O aposento fica frio, e nada podemos fazer, senão tremer. Mas abre-se cada vez menos, e menos ainda. E um dia nos espantamos porque ela se foi." 
"Voltei àquelas sepulturas pouco depois, e parada ali descobri que tristeza era uma coisa muito pesada. Meu corpo pesava duas vezes mais do que um momento atrás, como se aquelas tumbas me puxassem para baixo, para junto delas."

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Marido ideal

Era o que me faltava... (kkkkkk!!!)

Fonte: Um Sábado Qualquer, por Carlos Ruas

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domingo, 16 de janeiro de 2011

Tal qual uma pururuca

 Sun
Imagem: Flickr - Upload feito originalmente por krishram27
 Eu moro em São Paulo já há 3 anos e 3 meses. Só no meu apartamento atual, em torno de 2 anos e 8 meses. O condomínio do meu prédio tem até uma piscina, dessas pequenininhas, que só servem mesmo pra quebrar um galho, mas eu percebi na semana passada que eu NUNCA entrei na dita cuja. Quantas vezes eu já não passei o dia e a noite reclamando, xingando meio mundo porque está muito quente e eu mal consigo viver? Inúmeras! E todo santo mês pago o valor referente aos cuidados com as áreas de lazer. Portanto, uma das minhas empolgações de ano novo é USAR A PISCINA DO PRÉDIO! (sentiu o glamour da coisa?!?!? kkkkk). Na verdade, estou praticamente lançando o projeto "TIÇÃO 2012"! kkkkkkk. Eu devo ter problema, porque só de pensar nisso eu fico que nem boba rindo sozinha. Um dos entraves principais é que eu não suporto ficar assando no sol. Mesmo porque o único motivo que me levaria a ficar no sol seria pegar uma corzinha, ficar mais corada, perder o branco amarelado da minha pele... mas aí eu caio no problema de como fazer isso. Se não passo protetor, fico que nem um pimentão e quase morro de ardor. Se passo o protetor, fico mais de uma hora torrando no sol e NADA. Resolvi fazer meio a meio. Desço num horário em que o "sol não está mais tão quente" e depois de 10 minutinhos passo o creme. Vamos ver o que vai dar. Até agora os resultados foram tão ínfimos que estou até pensando em comprar um daqueles cremes tonalizantes. Outro probleminha é que mineira que tem pavor de sol, como eu, não tem biquini novo ou algo que se passe por um. O meu deve estar bem no aniversário de 10 anos já, coitado, tá mais pra trapo de banho. E, por fim, preciso me acostumar a "estar no sol". Eu já mencionei antes, por aqui, que pareço mesmo uma criatura noturna. A fotossensibilidade é absurda e demora um bocado pra eu conseguir me estirar na toalha e ficar ali, que nem bife na chapa. Porque enquanto eu fico só ali deitada, mas apesar de parecer que eu tô relaxada e aproveitando o dia, tem um processo complexo rolando na minha cabeça. Algo mais ou menos assim: "Hmm, tenho que aprender a aproveitar o sol. Todo mundo aproveita o sol, então eu também vou acabar gostando. Olha só.. até que não tá tão mal o calor. Um pouco quente demais, mas nada que eu não consiga aguentar. Se bem que deve fazer mal pro cérebro da gente ficar assando assim... ixi... será que cérebro lesa de tanta quentura? Não não... concentra, foca no futuro, no dia da defesa de doutorado, quando ninguém vai me reconhecer de tão negona que eu vou estar... mas será que o câncer de pele não vem antes? Não não... pensamento positivo, pensa que eu tô produzindo vitamina D aos montes...Mas, e essa suadeira, hein... incomoda um pouco... será que isso é normal?... tô parecendo um porco no espeto. Credo. Calma. Pensa em coisas refrescantes. Água, cachoeira, gelo, tempestade, geladeira, forno... aqui tá um forno.... minha perna já tá ardendo... acho que vou ter uma queimadura de terceiro grau na barriga.. melhor virar. Mas se eu virar a queimadura vai ser na bunda. Melhor ficar assim. Nossa.. acho que já vou subir, deve ter quase uma hora que estou nesse sol, isso não deve fazer bem". Os diálogos imaginários variam em torno de algo assim. Mas quando olho o relógio, já desesperada pra sair daquela sauna, percebo que só 5 minutos se passaram. Mas, tudo bem! Com o tempo eu aprendo! Pelo menos o ar de "rato de laboratório" já está começando a ir embora! :)

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Uma década

Demorou, mas caiu a ficha de que mais uma década se inicia. É estranho pensar em décadas, já que até então eu só tinha vivido duas delas, mas agora que a conta já chegou a três, e a coisa começou a acumular, achei legal olhar para os últimos dez anos e ver o que mudou e como mudou.

Tentando ser rápida, já que estamos falando aqui de dez anos, lembro que 2001 foi um ano empolgante. Para começar, só o fato de estarmos passando do ano 2000 ilesos, sem bug do milênio que iria acabar com tudo, sem concretização de profecias que falavam do fim do mundo, inaugurando um novo milênio, tudo isso contava para a seriedade da data. Foi em 2001 que o meu gatinho siamês lindo de morrer foi morar na minha casa. Meses depois, fiz a minha primeira viagem para fora do país - fui ser monitora de um acampamento de verão para crianças diabéticas, nos Estados Unidos. Dessa experiência veio a vontade de me especializar em pesquisa na área de Diabetes Mellitus. De lá para cá, terminei a faculdade (2002), fiz mestrado (2003-2005), fui professora, consultora, coordenadora de curso (2004-2007), e fiz boa parte do meu doutorado (2008 - hoje). Nessa última década, morei em 3 cidades diferentes, conheci a Europa (mesmo que brevemente), fiz uma porção de novos amigos, mantive a amizade com o pessoal das antigas, li muito, sonhei mais ainda, vivi do meu jeito, cresci e apareci. Perdi a linha, voltei pros trilhos de novo, perdi um avô muito querido, ganhei uma sobrinha quase na virada. E quando eu penso em mais dez anos, simplesmente o sentimento é grandioso demais. Não dá para saber o que será em mais outra década. Eu só sei que quero estar aqui, quando o dia chegar. E nesse texto-retrospectiva, o que me vem a memória, para terminar, é uma citação do escritor João Guimarães Rosa no livro Grande Sertão Veredas, que incrivelmente sempre me leva a lembrar da minha amiga Cris (que já o citou tantas vezes):

"O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem."

OBS: Infelizmente eu ainda não li Grande Sertão Veredas. Sei que um livro dificílimo, que eu vou deixar para ler quando tiver o tempo certo para ele.

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sábado, 8 de janeiro de 2011

Revisão Literária 2010

Achei interessante um post no blog da Sara, uma moça muito simpática que mora em Munique, sobre os livros que ela leu em 2010. Seguindo a idéia, coloco aqui a minha lista. Ano passado eu tentei ler para desestressar. Já tenho infinitos artigos científicos e projetos para ler, mas resolvi encontrar tempo para manter a minha cabeça sã. Adoro literatura e gosto de muitos gêneros diferentes. Gosto de muitos livros clássicos, mas nem todos; muitos considerados de "moda", mas nem todos; e até mesmo de livros infanto-juvenis e infantis... mas nem todos. 2010 só me deu tempo de ler 24 livros, muitos deles já comentados em posts aqui no blog. Abaixo segue a lista completa:

1 - Desventuras em Série 6 - The Ersatz Elevator, de Lemony Snicket
2 - Desventuras em Série 7 - The Vile Village, de Lemony Snicket
3 - Desventuras em Série 8 - The Hostile Hospital, de Lemony Snicket
4 - Desventuras em Série 9 - The Carnivorous Carnival, de Lemony Snicket
5 - Desventuras em Série 10 - The Slippery Slope, de Lemony Snicket
6 - Desventuras em Série 11 - The Grim Grotto, de Lemony Snicket
7 - Desventuras em Série 12 - The Penultimate Peril, de lemony Snicket
8 - Desventuras em Série 13 - The End, de Lemony Snicket
9 - O Caso dos 10 Negrinhos, de Agatha Christie
10 - Pesuasion, de Jane Austen
11 - A Lição Final, de Randy Pausch
12 - Eat Pray Love, de Elizabeth Gilbert
13 - O Curioso Caso de Benjamin Button, de F. Scott Fitzgerald
14 - The Graveyard Book, de Neil Gaiman
15 - Como Agua para Chocolate, de Laura Esquivel
16 - A Menina que Roubava Livros, de Markus Zusak
17 - American Gods, de Neil Gaiman
18 - Antigua Vida Mía, de Marcela Serrano
19 - Ratos e Homens, de John Steinback
20 - A Mulher do Viajante do Tempo, de Audrey Niffenegger
21 - Dead Until Dark, de Charlaine Harris
22 - Living Dead in Dallas, de Charlaine Harris
23 - Club Dead, de Charlaine Harris
24 - As Horas Nuas, de Lygia Fagundes Telles

Vários desses eram audiobooks, e eu os escutei nas idas e vindas pela USP e nas viagens que fiz. Os livros que leio e que tenho a intenção de ler ficam "cadastrados" no site "Good Reads", uma maneira interessante e interativa de conhecer novos leitores, discutir obras e navegar nas comunidades literárias. Esse ano, logo ao entrar na minha conta, apareceu uma perguntinha no canto da tela, pedindo que eu estabelecesse um número de livros que gostaria de ler em 2011. Coloquei 24. Quem sabe esse ano eu consigo novamente? Não sei não, mas se eu pudesse ainda leria bem mais...

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A maldição do detector de metais

Eu não sei o que acontece nos aeroportos, mas é certeza que ainda acabo pelada na sala de embarque. Sempre vi, em filmes, pessoas passando pelo detector de metais antes de entrar no avião. É claro que aquilo apita que é uma beleza. As pessoas são revistadas, reviradas, acusadas. Sempre emocionante. Acho que, por isso, fiquei tão nervosa da primeira vez que passei por aquela portinha. Passei com o coração na mão, pra não dizer outra parte menos glamourosa, e, de repente... nada. Nem um chiado. Foi meio decepcionante. Mas acho que, recentemente, os detectores de metais estão ficando mais enjoados. Tudo começou com o meu cinto. Tá certo que, esse cinto, parece coisa de metaleiro. É óbvio que sempre vai fazer a máquina apitar. Portanto era costume eu já chegar tirando o dito cujo. Recentemente passei a usar roupas de "mocinha mini-executiva" (kkkkk), portanto abri mão dessas coisas mais "metaleiras" e decidi andar comportada pelos aeroportos afora. Nas últimas 3 viagens, a coisa anda absurdamente descontrolada pro meu lado. É só eu tentar entrar na sala de embarque que o apitaço começa. Eu, um pouco sem jeito, volto para onde estava, seguindo o conselho da pessoa mal encarada e vestida de policial. "Tem moedas nos bolsos" ele pergunta. "Não". "Chaves?". Engulo minha vontade de dizer Chapolin e respondo outro "não". "Tira o cinto". "Mas meu cinto só tem essa fivelinha pequenininha aqui". "Tem que tirar". E lá vou eu, me sentindo invadida, tirar o cinto de "micro-empresária". A máquina complicadinha deixa de apitar. Na vez seguinte, quando eu tentei passar a portinhola e o gongo tocou, eu já fui, sem o menor embaraço, tirando o cinto e colocando na mesinha. Quando tentei passar novamente, não é que aquela máquina safada apitou de novo? Mesmas perguntas do cara-vestido-de-policial. Mesmas respostas da minha parte. Dessa vez encrencaram com o brinco e o colar. Tirei tudo, me sentindo um tanto exposta. A fila acumulando. E mais uma vez funcionou e eu conseguir chegar a tempo do vôo. Na última vez que viajei, já tinha perdido qualquer inibição, já cheguei de cinto na mão e tirando os anéis, brincos, pulseiras e colar. A máquina-maldita-dos-infernos fez um escândalo. Olhei pro moço desesperançada, sem saber porque eu era tão azarada, já que estava com a mesmíssima roupa de antes, esperando ele mandar eu tirar as calças e a blusa, pensando se a minha depilação ainda estava na validade... quase chorei de vergonha. Mas o moço mandou eu tirar os sapatos. E lá fui eu, sem cinto, sem enfeites, descalça, e ainda resmungando que óbvio que não era culpa do sapato, quando eu passei e a maquininha sem-mãe não deu nem um pio. Olhei praquilo e cheguei a conclusão que não viajo mais de avião (kkkkk)! Vai saber se esses dispositivos não estão "batizados", treinados para agir como se a vida fosse um gigantesco jogo de Strip-Pôquer, e eu acabo peladona da silva?!?!?! Melhor não arriscar!

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sábado, 1 de janeiro de 2011

1/1/11


Data 1/1/11. O último dia das minhas férias. O primeiro de um ano cheio de coisas novas. Achei pertinente escrever um post hoje, mesmo que não tenha muito a dizer, já que amanhã volto para São Paulo logo cedo e as obrigações diárias recomeçam.

As férias foram ótimas. Sem grandes passeios, sem noites loucas em bares, sem casa de forró ou de samba, mas ainda assim valeu a pena. Acho que, com o passar do tempo, só o fato de termos descansado já transforma um período de folga em um tempo bem empregado. O Natal foi muito bom, na casa da minha tia, com a família e comida boa. Antes dele, também tivemos um jantar em família, e deu para rever um montão de gente que há tanto tempo eu não encontrava. Entre Natal e Ano Novo, revi amigos, fui ao cinema ver Harry Potter e as Relíquias da Morte com a minha mãe (e vi pela segunda vez hahaha) e desestressei. O encontro da minha turma de faculdade, comemorando 9 anos de formatura, foi memorável, como sempre acontece. Acho que poucas turmas conseguem reunir pessoas que, apesar de tão diferentes, se gostam imensamente e ficam tão felizes em se reencontrar a cada ano. O Réveillon foi na casa do meu irmão, com a presença inédita da minha sobrinha, que completava 2 meses no dia! E nesse tempo todo que estive em BH, joguei "loucamente" o jogo "O Senhor dos Anéis Online", comecei a ler o sensacional livro "Memórias de uma Gueixa", dormi sem me preocupar com horários e descansei muito.

Amanhã a vida real volta e eu estarei lá, reforçada, descansada, pronta pra mais um ano! E que esse ano seja BOM, PRODUTIVO E "AUSPICIOSO" (arrá, sabia que um dia ainda iria usar essa palavra) pra todos nós!

E, abaixo, cito algo que Neil Gaiman disse. Quem diria que logo ele, que sabe como ninguém ser bizarro em seus livros, também tem essa alma de poeta! hehehe! 
  
"May your coming year be filled with magic and dreams and good madness. I hope you read some fine books and kiss someone who thinks you're wonderful, and don't forget to make some art -- write or draw or build or sing or live as only you can. And I hope, somewhere in the next year, you surprise yourself." - by Neil Gaiman

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