domingo, 28 de julho de 2013

Of Monsters and Men

Of Monsters and Men - fonte: NET
Existe um momento mágico, quando as músicas de uma banda deixam de ser "desconhecidas" e passam a ocupar um lugar especial na sua playlist. Como já cansei de falar, eu não amo ouvir música o tempo todo. Não preciso de trilha sonora pra tudo o que faço. Quando realmente preciso me concentrar, tiro qualquer som de perto. Talvez por isso eu não tenha o costume de ligar o rádio, comprar álbuns ou acompanhar as novas bandas que explodem por aí. Mas, sim, de tempos em tempos eu caio de amores por alguns grupos "novos".

E quando a paixão pela música recém-descoberta é grande, eu me animo a escutar todo o cd, normalmente repleto de canções que eu nunca sequer ouvi antes. O estranhamento sempre ocorre. Adoro umas poucas. Gosto de outras. Acho várias estranhíssimas. E acontece, também, de eu colocar esses CDs "pouco conhecidos" pra tocar, sempre que estou na academia, jogando pela internet, indo pro trabalho ou fazendo faxina (olha a falta de glamour!!!!). E daí vem o "se acostumar" com as novas músicas e estilo. Até que um dia a mágica faz efeito! Percebo que já sei o ritmo da música seguinte da lista e começo a sorrir porque aquela é uma música que eu ADORO cantar o refrão! E assim a mágica acontece! Eu fico cativada por músicas que inicialmente não me chamaram a menor atenção!

Esse blablabla eterno é para falar de uma banda que não sai do minha playlist: "Of Monsters And Men".
Eles são uma banda islandesa (terra do gelo!!) e fazem uma música folk bem interessante! Meu primeiro contato foi com o vídeo "Little Talks", que é simplesmente lindo! Daí a mágica começou a me fazer gostar de "King and Lionheart" e "Dirty Paws". Agora sempre abro um sorriso quando começa a tocar "Sloom". O CD inteiro, chamado "My Head Is An Animal" é excelente! Vale a pena!




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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Breve relato sobre o coração

Quando pequena, uma coisa que constantemente me tirava o sono era pensar que o coração das pessoas tinha que continuar batendo, sem parar, pra que a gente não morresse. Eu sei, não faz muito sentido, mas eu lembro de ter essa preocupação e de, em muitos momentos, ficar com a mão no peito, contando as batidas e pensando que era realmente uma coisa muito angustiante depender daquele tum-tum ritmado. Também pensava o mesmo sobre a respiração, mas era o coração que me deixava mais tensa. 

Desde bem nova eu já tinha uma vontade científica de entender certas coisinhas e ficava criando hipóteses infantis a respeito da longevidade e funcionalidade dos órgãos. "Será que se eu levar um choque, ele pára?". "Se ele parar, será que um choque faz ele funcionar de novo?". "E se ele cansar de tanto bater?". "Será que gostar muito de alguém afeta o batimento cardíaco?". Eram muitas perguntas e muito começo de insônia. Mal sabia eu que, mais tarde na vida, ficaria mais preocupada com a capacidade de se quebrarem os corações.

Quando comecei a estudar Ciências, fiquei impressionadíssima de saber que o coração batia a partir de um estímulo elétrico. Daí a história do choque fez um pouco mais de sentido pra mim. Mas, ao mesmo tempo, eu tinha um medo terrível de ser eletrocutada por excesso de batimento cardíaco.

Quando vi a foto de um coração real, me senti traída. Como aquela coisa feia, torta, cheia de calombos e mangueirinhas era o mesmo coração lindo, fofo e vermelhinho que todo mundo desenhava nos bilhetinhos? Não fazia sentido que algo tão mal desenhado fosse o responsável pelas paixões, amores e "corações partidos". Isso até eu descobrir que a história do coração despedaçado era mais uma mentira deslavada. No fundo, no fundo, somos todos reféns do cérebro!

Imagem: The Awkward Yeti


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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Doze profissões que não existem (mas deveriam) - por Silmara Franco

Pra variar, a Silmara Franco, do blog Fio da Meada, mais uma vez arrasando em seus textos! Eu bem queria contratar uns profissionais destes!  =)

"Doze profissões que não existem (mas deveriam)
Para o ofício tradicional e estabelecido, como de médico, engenheiro, vendedor de pastel, arquiteto, motorista de ônibus, professor, o mercado é garantido.
Algumas profissões, no entanto, ainda não foram inventadas. O motivo é desconhecido, posto que trabalho, para essas, também jamais faltaria. Algumas delas:
Organizador de fotos feitas no celular. O clique ficou tão fácil que, um belo dia, você se dá conta: mil e quinhentas fotografias ocupam a memória do seu aparelho. Há várias repetidas. Outras tantas são um festival de enquadramento e foco ruim, gerando um lixo inarquivável. No meio, as que as crianças tiram: do rabo do cachorro, da parede, do sapato no chão. A essa altura, a triagem se torna hercúlea. A promessa de, um dia, colocar a coisa em ordem é sistematicamente adiada. Até que a memória (do celular) fica cheia e a única alternativa é copiar tudo do jeito que está para um pendrive, um tablet, um notebook. Você, eu sei, ia querer chamar um.
Gerenciador de e-mails. De nada adiantou criar dúzias de marcadores – “Escola das crianças”, “MBA”, “Piadas” – se não é possível ler as cento e cinquenta mensagens que aterrisam diariamente na sua caixa postal. É preciso um especialista para ajudar a discernir o que fica, o que vai embora, o que deve ser respondido e quando. Você também ia querer chamar um.
Recolhedor de Lego. Quem tem criança em casa sabe o valor que esse profissional teria.
Arrumador de tupperware. Quem tem armário cheio deles, mas nunca sabe onde está a tampa de cada um, também sabe o valor que esse profissional teria.
Guardador de compras de supermercado. Depois de um tira-e-põe sem fim das mercadorias, da gôndola para o carrinho, do carrinho para a esteira do caixa, da esteira do caixa para as sacolas, caixas ou sacolinhas pláticas que sejam!, das sacolas, caixas ou sacolinhas plásticas de volta para o carrinho, do carrinho para o porta-malas do carro, do porta-malas do carro para o carrinho de supermercado do prédio, do carrinho de supermercado do prédio para a mesa, pia, bancada, cadeira ou qualquer outra superfície vaga na cozinha, e dali para os respectivos armários… simplesmente não saberíamos como foi possível viver tanto tempo sem esse profissional.
Esperador do técnico da TV a cabo. Você liga para agendar uma manutenção e o máximo que consegue saber é o período em que o serviço será feito: matutino ou vespertino. Considerando que a manhã útil dura quatro horas, assim como a tarde, o negócio será recorrer aos seus préstimos, se não quiser correr o risco de ficar em casa à toa. Porque a TV, que é bom, necas.
Intermediador de bate-boca em call center. Com ele, ninguém mais passaria nervoso na hora de contatar a operadora de celular ou o plano de saúde para tentar resolver um problema.
Novos sindicatos e conselhos regionais nasceriam, para regulamentar a emergente e fabulosa demanda. Para cada nova função, um curso técnico ou uma graduação. Os benefícios para a sociedade, a longo prazo, seriam incalculáveis.
Outras profissões, se não fundamentais para o dia-a-dia do cidadão comum, também seriam de grande valia para a humanidade. Como o fazedor de cócegas. Ele chegaria para o cliente e diria: “Bom dia, seu João! Onde vai ser hoje, na barriga ou na sola do pé?”. Há quem começaria a rir antes mesmo da sessão começar. Um santo remédio para gente azeda em geral.
Assim como o moço da cosquinha, outras especializações despontariam: omatador de saudade alheia, o esticador de horas, o mostrador de coisas-bonitas-no-meio-da-rua, o exterminador de maldades. Com a atuação deles, não haveria motivo para greves ou protestos. Essas ocupações trariam felicidade plena a contratado e contratante, patrões e empregados. Os sindicatos seriam desnecessários. E os conselhos regionais, ora entupidos de papéis, teorias e processos, virariam cafeterias, para aproveitar o espaço e os funcionários.
Hei de viver para ver."

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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Sinal de novos tempos!

Pro bem ou pro mal, o Brasil está nas ruas, as pessoas estão se mobilizando e eu acredito, do fundo do meu coração, que verei uma mudança muito importante nesse país.. e pra melhor!

Mas, acima de tudo, é preciso se esforçar para não entrar de cabeça em qualquer "modinha" que surgir e simplesmente compartilhar informações incorretas, mesmo que seja daquela pessoa/político que a gente não gosta e acredita não valer nada. Meu lado cientista me faz tentar entender os diversos lados e filtrar a informação necessária. Com certeza vou fazer vários erros de julgamento, mas isso, infelizmente, acontece. E, quando preciso, vou voltar atrás e corrigir minhas idéias!

Retirado do site: Estante Virtual

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