domingo, 14 de dezembro de 2014

Abraçando a nerdice: Comic Con Experience 2014 - CCXP2014

Pois é, eu fui na Comic Con!

Não aquela famosíssima que acontece anualmente em San Diego, mas na primeira edição da Comic Con Experience, aqui mesmo em São Paulo. Desde que o evento foi anunciado eu já fiquei bem empolgada. Tá certo que eu não sou nem tão fã assim de Marvel e DC, na verdade eu até tenho uma certa birra do Batman, e também não vou muito com a cara de mangás e animes, mas em geral eu adoro esse universo nerd/geek em que as pessoas apaixonadamente se entregam a uma franquia ou personagem. Por tantos motivos (inclusive pq eu não me perdoaria se não fosse) eu acabei comprando o ingresso no segundo lote e fui! \o/

Já estou bem acostumada de ser taxada de nerd. Minha resposta oficial é: sou mesmo, pena que não sou tão nerd quanto gostaria! =/
O engraçado é que quem escuta isso acaba achando estranho, já que a palavra não era pra ter uma conotação assim positiva... mas como eu não dou a mínima pra este tipo de opinião, continuo respondendo sempre a mesma coisa.

Desde pequena sou viciada em Star Trek por culpa do meu pai, que via e revia os episódios sempre! Cresci me imaginando naquele mundo, assim como Star Wars (outra paixão do meu pai). Adoro as duas franquias e já cansei de ver episódios e filmes, mas, só para polemizar: "Star Trek consegue ser ainda mais legal que Star Wars" (mandem as pedras!).

Outra paixão que veio da adolescência e só aumentou é o amor por livros de ficção científica, especialmente os que foram escritos por Arthur C. Clarke (ex: Encontro com Rama, 2001 Uma Odisseia no Espaço, As Canções da Terra Distante), Isaac Asimov (Trilogia Fundação, livros da série dos Robôs, infinitos contos maravilhosos) e Carl Sagan (O Mundo Assombrado pelos Demônios, Contato...). Daí eu passei a ver a série Cosmos, que hoje foi refeita com o incrível astrofísico Neil deGrasse Tyson. Simplesmente a melhor série que existe!

E junto com o gosto por ficção científica veio o gosto por fantasia. Só na faculdade fui descobrir "O Senhor dos Anéis", que um amigo de turma me emprestou. Passei semanas sem conseguir me livrar da Terra Média. Acho que até hoje eu não me livrei totalmente (e nem quero, ontem mesmo fui assistir o terceiro filme da franquia "O Hobbit") mas esse mergulho na fantasia abriu minha cabeça pra tantas outras obras incríveis (Nárnia, Duna, O Guia do Mochileiro das Galáxias, etc) e tanta gente que também é viciada nesse mundo.

Pra pular de filmes e livros para jogos foi só uma questão de tempo. Hoje, além de jogar o jogo oficial do Senhor dos Anéis (LOTRO), tenho cerca de 300 jogos de computador. Nunca instalei nem 1/4 disto, nas eles estão lá pra quando eu estiver a fim de uma nova aventura.

Acho que esses universos "de bolso", todas as obras que eu me permito viver, fazem de mim uma pessoa mais criativa e empolgada. São minha válvula de escape do dia a dia, que por si só já é tão repetitivo e puxado. Consegui carregar minha mãe pra esse mundo e ela também tem visto séries e lido livros que eu recomendei (e já se viciou em vários!). Comecei indicando LOST, depois Supernatural, The Walking Dead e agora Doctor Who! Ahh.... Doctor Who.... admito que é minha mais nova obsessão! Mas como resistir ao apelo da Tardis? Uma nave que te leva pra QUALQUER LUGAR do espaço-tempo?? Incrível! Ainda bem que o Doutor não estava na Comic Con (mas a Tardis estava!), com certeza eu entraria em parafuso!

E, voltando pra Comic Con Experience 2014, apesar de eu ter passado somente um dia e ter enfrentado filas infinitas (cerca de 4 horas) e não ter conseguido entrar em quase nenhum painel que eu queria, a feira valeu muito a pena pela quantidade de informação sobre os diferentes mundinhos geeks! De Mad Max a Friends, de Vingadores a Scooby Doo, de Star Wars a Doctor Who, etc etc etc, eles estavam lá! E foi muito emocionante saber que tem tanta gente com o mesmo gosto que o meu por aí. As fotos contam um pouco desse momento! =)

 





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sábado, 29 de novembro de 2014

Promessas Matrimoniais - por Martha Medeiros

Para meu irmão e minha cunhada, que se casam hoje, trago este texto da Martha Medeiros sobre as promessas matrimoniais!

Imagem: NET
"Promessas Matrimoniais

Em maio de 98, escrevi um texto em que afirmava que achava bonito o ritual do casamento a igreja, com seus vestidos brancos e tapetes vermelhos, mas que a única coisa que me desagradava era o sermão do padre. “Promete ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-lhe e respeitando-lhe até que a morte os separe?” Acho simplista e um pouco fora da realidade. Dou aqui novas sugestões de sermões:
– Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu amado, lembrando sempre que ele não pertence a você e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade?
– Promete saber ser amiga(o) e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena uma e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou numa pessoa menos romântica?
– Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar?
– Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela ser a pessoa que melhor conhece você e portanto a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela?
– Promete se deixar conhecer?
– Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor?
– Promete que fará sexo sem pudores, que fará filhos por amor e por vontade, e não porque é o que esperam de você, e que os educará para serem independentes e bem informados sobre a realidade que os aguarda?
– Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros?
– Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo sem ficar escravizado pelo outro e que saberá lidar com sua própria solidão, que casamento algum elimina?
– Promete que será tão você mesmo quanto era minutos antes de entrar na igreja?

Sendo assim, declaro-os muito mais que marido e mulher: declaro-os maduros."

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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Cosmos e Interestelar

Coisas incríveis e que me fazem querer continuar estudando ciência, aprender mais sobre o mundo e me admirar a cada dia mais com o universo: A série Cosmos me faz sentir isso e mais um pouco. Tanto a série original, com o Carl Sagan, como a nova, com o Neil deGrasse Tyson. Aliás, a nova edição é cheia de referências lindas e contém o que há de mais recente na ciência. Vale MUITO a pena assistir. Sem dúvidas a melhor série que já vi na vida. E os 3 últimos episódios são de chorar, de tão emocionantes!


Aproveitando o tema desta postagem, aproveito para indicar o filme Interestelar, do diretor Christopher Nolan, uma das grandes surpresas do cinema. O filme fala de uma época, no futuro, em que será preciso procurar novos mundos para a espécie humana. E nessa jornada visualmente incrível e cientificamente bastante correta (ok, existem vários furos, mas nunca se viu um filme tão astronomicamente próximo do que seria a "realidade) acompanhamos um drama dos bons! Só pelas imagens de tirar o fôlego esse filme já compensa!

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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

TAG dos Infernos

Estava pensando em fazer uma postagem sobre obras que pudessem ser de terror/ horror/ medo/ suspense, etc, por conta da proximidade do Halloween. Depois de passar pelo canal do Youtube da Tatiana Feltrin, resolvi responder a TAG dos Infernos, que ela criou por lá. Como não faço Vlogs, as respostas estarão todas neste post e vou tentar manter tudo da maneira mais concisa que eu conseguir. Exatamente por isso, não vou dar muitas explicações sobre o enredo de cada escolha minha.

A TAG que ela criou consiste em citar 3 coisas para cada uma das categorias. Vamos lá!

TAG dos Infernos (indicações macabras, medonhas, horripilantes, e etc... ;)
  
1) 3 desenhos
Já começou difícil! Praticamente não me lembro de desenhos que tenham me deixado com medo.
- Mas vou começar por um episódio de Tom e Jerry, chamado Blue Cat Blues, que realmente é muito macabro e deprimente. O desenho dá a entender que os dois personagens desistiram de viver e resolveram se suicidar. Não sei o que os roteiristas estavam pensando, mesmo porque esse desenho passou pouquíssimas vezes por não ser indicado para crianças.
- Em segundo lugar ficam todos os desenhos do Simpsons da série de Halloween deles, chamada Treehouse of Horror. Todos muito bons e bem bizarros.
- Por fim, vou citar Caverna do Dragão e, por mais que eu não ache que este desenho dê medo, eu assistia quando era pequena e ficava sempre tensa com a impossibilidade daqueles garotos voltarem pra casa.

2) 3 séries
- American Horror Story: Série que conseguiu resgatar um ambiente de terror e bizarrices. Com um tema bem adulto, me deixa sempre um tanto quanto apavorada.
- The Strain: Baseada no livro escrito pelo Guillermo del Toro e Chuck Hogan, fala de vampiros pavorosos e nojentos invadindo NY. Assisti só os primeiros capítulos mas gostei do esquemão tenso que eles conseguiram montar.
- Supernatural - Uma daquelas séries que você vai vendo e percebe que nem é de medo assim. É mais de sustos e momentos bizarros que me deixaram meio com o coração na mão. Mas alguns episódios mexem sim com os nervos.


3) 3 episódios avulsos (ex: Especiais de Halloween) de séries
- American Horror Story (temporada 1, Murder House), episódio de Halloween: Alguns momentos tensos em um dia em que os mortos podem se desprender facilmente do local onde estão presos. E a historinha revelada de alguns deles é simplesmente fantástica!
- Dr. Who (temporada 3), episódio 10 - "Blink": Com certeza um dos melhores episódios de Dr. Who já feitos. Os "anjos chorões" me dão arrepios de medo até hoje! E os personagens principais mal aparecem e ainda assim é sensacional!
- Dr. Who (temporada 4), episódio 10 - "Midnight": Um episódio tenso! Quando fica claro que o tal "ser" entrou no local onde todos estão escondidos e está dominando a situação, não consegui desgrudar os olhos por um segundo.


4) 3 filmes
- O Exorcismo de Emily Rose, dirigido por Scott Derrickson: Só de ser um filme "baseado em fatos reais" e dividido entre uma explicação científica e uma de possessão demoníaca, este filme já dá margem pra não ser esquecido tão cedo. E o medo de acordar às 3 da manhã?
- O Chamado, dirigido por Gore Verbinski: Um clássico do terror. Um filme que me deixa muito assustada com toda a ideia do telefonema, das alucinações e dos 7 dias.
- O Labirinto do Fauno, dirigido por Guillermo del Toro: Um dos filmes mais legais que já assisti (um dos monstros até hoje é tema de pesadelos!). E também super macabro, com toda a mistura entre fantasia e realidade (ambos bastante amedrontadores).
- Menção honrosa: Sinais, dirigido por M. Night Shyamalan. Eu sei que o filme nem é lá grandes coisas, mas eu tenho um medo horroroso de ETs e passei mal nas cenas em que os tais aparecem.


5) 3 livros
- O Iluminado, de Stephen King: Um dos melhores livros de terror que já li. A tensão que vai sendo construída é de deixar qualquer um sem dormir!
- Noturno (The Strain), de Guillermo del Toro e Chuck Hogan: Já citei o seriado baseado nele. O livro é excelente e uma boa história de vampiros, com direito a noites mal dormidas.
- 1984, de George Orwell: Clássico dos clássicos. Me deixou chocadíssima e aterrorizada com a sua distopia hardcore. Não é um medo sobrenatural, mas algo associado à maldade e corrupção humana.


6) 3 contos
- A Coisa na Soleira da Porta, por H. P. Lovecraft: Simplesmente medonho. Não é à tôa que Lovecraft é conhecido pelo "horror inominável". Levei um bom tempo pra parar de pensar no final deste conto.
- O Poço e o Pêndulo, por Edgar Allan Poe: Vários contos do Poe são excelentes e caberiam aqui. Este, especificamente, me deixou com uma sensação de desespero claustrofóbico e terror.
- Na Colônia Penal, por Franz Kafka: Um conto que começa tranquilo, mas que logo se converte numa descrição detalhada de uma tortura bizarra aceita como punição numa colônia penal. Achei bem pesado e mais uma vez levei um bom tempo para parar de pensar no assunto.


7) 3 HQs e Mangás
Posso dizer que eu não leio nem um nem outro. É muito raro! Mas vamos lá, vasculhando do fundo da memória.
- 30 Dias de Noite: Fui ler o HQ depois de ver o filme e achei muito interessante. O traço da revista já deixa a coisa meio mórbida. Vale a pena!
- A Torre Negra: Uma HQ muito bonita. E extremamente bizarra, que retrata os livros da famosa série do Stephen King. Vale a pena só pelos desenhos um tanto quanto assustadores.
- Sandman: Li pouquíssima coisa de Sandman, mas só pela história-base já deu pra ver que o tema é interessante e sobrenatural.


8) 3 músicas
Fui procurar por temas de filmes, daqueles que me deixavam extremamente tensa!
- Tema de abertura do seriado "Arquivo X": siiimmm, eu tenho pavor de ETs, e a abertura me deixava super estressada e com medo de ser abduzida!
- Tema do filme "Halloween": provavelmente a musiquinha mais medonha que existe. Sem mais.
- Tema do filme "Psicose": Medo eterno de tomar banho em box que tem cortininha...
-Menção honrosa: Dominique (por culpa da segunda temporada de American Horror Story e só deve mesmo fazer sentido pra quem acompanhou).






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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Porquê gosto de ler Biografias

Imagem: NET

Gosto das biografias por que me permitem viajar para um passado tão diferente do meu, mas, que ainda assim, evoca tanta nostalgia e uma saudade de "como as coisas eram antes". Gosto dos cheiros que sinto ao ler sobre uma tarde distante de chuva ou do barulho clássico de um foguete de São João estourado há décadas. 

Gosto das roupas de antigamente, que só serviam se bem passadas e engomadas, e das comidas feitas no fogão de lenha e das frutas no pé. Gosto de pensar nos céus exageradamente estrelados das cidades do interior e da simplicidade de uma noite de quermesse.

Gosto de ver os grandes eventos de uma época contados em meio à infância do autor ou ainda descritos sem a exata noção da sua importância. Gosto de acompanhar o amadurecer das crianças de antigamente e de observar a mudança nos gostos e hábitos.

Gosto desse álbum de retratos que fica claramente estampado na minha cabeça, quando leio uma história biográfica. Gosto de me sentir parte da vida de uma família que não existe mais ou que já não é a mesma.

Por fim, gosto de me deixar levar pelos "causos" de outra época, que surgem em meio a uma atmosfera sépia, muito parecida com a cor das folhas quando caem na virada do outono pro inverno. Gosto desse teletransporte sentimental e penso que o mesmo acontecerá quando eu resolver contar os casos de hoje em dia para os poucos interessados que possam existir em 30 ou 40 anos!

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PS: No momento estou lendo uma mini-biografia do José Saramago, chamada "As Pequenas Memórias", que me permite passear pela infância do autor. De outras vezes também tive o privilégio de visitar a Diamantina dos anos inocentes de Helena Morley, no livro "Minha Vida de Menina", e também a São Paulo em que morou a menina Zélia Gattai, em um momento em que a Avenida Paulista ainda era cercada de locais pantanosos. Uma boa parte da história do Cazuza eu aprendi com sua mãe, Lucinha Araújo, no incrível "Só as Mães são Felizes". E espero que muitas outras biografias surjam e me carreguem pras infinitas experiências de tanta gente!

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

"Eu tinha um cachorro preto, seu nome era Depressão"

Ultimamente houve um grande destaque para uma doença tão presente na nossa sociedade e que, ainda assim, é normalmente deixada de lado, já que as pessoas não entendem ao certo a severidade dessa patologia e acabam menosprezando sua importância: a Depressão.

Depressão é diferente de uma tristeza passageira, um profundo desânimo ou algo parecido. Depressão é coisa seríssima, que mexe diretamente com o nosso cérebro e, infelizmente, acabamos voltando nosso interesse para um tópico como este somente quando sofremos deste mal ou quando alguém muito conhecido, como o ator Robin Willians, acaba tirando a própria vida.

O vídeo abaixo, criado pela Organização Mundial de Saúde, mostra de uma maneira didática e interessante o que seria sofrer de Depressão. Muito sensível!



E, como já foi exaustivamente dito nas últimas semanas: se você conhece alguém que sofra de depressão, incentive esta pessoa a procurar ajuda. Depressão mata e é um grande mal no mundo de hoje.

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sábado, 16 de agosto de 2014

The Five Stages of Grief - by Linda Pastan

Está em inglês, mas é um poema incrível sobre os 5 estágios da perda (ou do luto):

The Five Stages of Grief - by Linda Pastan

The night I lost you 
someone pointed me towards 
the Five Stages of Grief 
Go that way, they said, 
it's easy, like learning to climb 
stairs after the amputation. 
And so I climbed. 
Denial was first. 
I sat down at breakfast 
carefully setting the table 
for two. I passed you the toast--- 

you sat there. I passed 
you the paper---you hid 
behind it. 
Anger seemed so familiar. 
I burned the toast, snatched 
the paper and read the headlines myself. 
But they mentioned your departure, 
and so I moved on to 
Bargaining. What could I exchange 
for you? The silence 
after storms? My typing fingers? 
Before I could decide, Depression 
came puffing up, a poor relation 
its suitcase tied together 
with string. In the suitcase 
were bandages for the eyes 
and bottles sleep. I slid 
all the way down the stairs 
feeling nothing. 
And all the time Hope 
flashed on and off 
in detective neon. 
Hope was a signpost pointing 
straight in the air. 
Hope was my uncle's middle name, 
he died of it. 
After a year I am still climbing, though my feet slip 
on your stone face. 
The treeline 
has long since disappeared; 
green is a color 
I have forgotten. 
But now I see what I am climbing 
towards: Acceptance 
written in capital letters, 
a special headline: 
Acceptance 
its name is in lights. 
I struggle on, 
waving and shouting. 
Below, my whole life spreads its surf, 
all the landscapes I've ever known 
or dreamed of. Below 
a fish jumps: the pulse 
in your neck. 
Acceptance. I finally 
reach it. 
But something is wrong. 
Grief is a circular staircse. 
I have lost you.


Art Valero/Getty Images

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quinta-feira, 31 de julho de 2014

The Bro Code - The Love Code

Imagem: www.thebrocode.com.br

Indo de um lado a outro pela NET, eis que encontro um blog memorável! The Bro Code, sob direção do Ique Carvalho, é um blog sobre Amor, nas suas mais variadas formas. E sobre o que importa na vida!

Lindíssimo pelos textos, dá vontade de pegar uma xícara de chá e ficar lendo sem parar.

Esse comecinho abaixo é dele. Usa um pano de fundo de futebol para contar uma história de vida. Na íntegra você confere AQUI. Aproveite e leia todo o resto! =)

"Vamos Jogar?
A primeira Copa de que me lembro foi a de 90,
eu tinha 10 anos.
O Brasil foi desclassificado.
Meu pai desligou a TV,
pegou uma bola e disse:
“Vamos jogar?”
Claro! – eu respondi.
Foi a primeira vez,
que jogamos futebol juntos.
Naquela partida,
não teve vencedor ou perdedor.
Apenas, pai e filho,
curtindo um ao outro.
A Copa de 94 me marcou.
O Brasil foi campeão.
Meu pai desligou a TV,
pegou a minha mão e,
descemos dezesseis andares gritando:
“É TETRA!.”
Meu pai tirou a roupa e,
pulou na piscina de cueca.
Foi a única vez,
que vi meu pai quebrar uma regra."
(continue a ler no site do autor)


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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Cabeça de Vento

Imagem do filme: Up
Acorda, Cabeça de Vento... Acorda que o dia já vai tarde... Acorda e vem ver mais uma manhã que passou, mais uma oportunidade que deixou de ser, mais um passarinho verde que amadureceu. Enquanto você dormia a sono solto o mundo rodava a sei-lá-eu-quantos-km-por-hora, gente nasceu, gente morreu, galo cantou, aquela celebridade se casou e já se desquitou, o mapa geopolítico mudou (pelo menos umas três vezes), até o bolo desandou!

Acorda, Cabeça de Vento! Presta atenção no detalhe que parecia tão ínfimo, tão desinteressante, tão pouco empolgante... Para de pensar que o único jeito de engrenar a marcha é voltando atrás e desfazendo aqueles momentos de distração que te custaram tão caro: um emprego melhor, uma escolha mais acertada, um futuro menos confuso. Larga desses castelos de ar, que ninguém vive de sonhos fugidios. Olha pro lado, mas olha bem olhado, porque essa sua cara de quem acabou de acordar e ainda não se livrou do sono não convence.

Acorda, Cabeça de Balão... para de adiar o despertador e se joga na viagem, no plano engavetado, na dúvida que só pode significar mudança. A mesmice é uma algema, um sonífero, um sossega-leão que te afunda na cama da sua zona de conforto... acontece que o tempo passa diferente aí dentro... um simples cochilo e quando você volta pra realidade já se passaram, cinco, dez, vinte anos, uma vida inteira... e você naquela falsa realidade de conforto e desânimo.

Acorda, Cabeça Oca!!! Mais um sonho desses e a coragem vai embora! Mais um piscar de olhos e a vida passou. E depois? Depois é virar museu e viver do passado... inteiramente.

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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Reticências...

Fonte desconhecida

O ponto com a caneta bic na folha quase em branco é um discreto sinalizador das reticências que definem a minha vida atual. Ou a vida até hoje. A gente vive com a certeza oculta de que as coisas hão de se ajeitar, de que os percalços virão e passarão, e que eventualmente o nosso desejo primário será descoberto e a nossa existência atingirá um ápice de plenitude. Mas o pontinho de caneta me faz desconfiar que, ao contrário do que tentaram me fazer acreditar a vida inteira, as coisas não necessariamente estão mudando de acordo com o que é melhor para cada um. 

Isso de mudar a vida ou simplesmente decidir fazer algo significativo não é assim tão fácil e corriqueiro. Não requer somente vontade e disposição, mas muitas vezes depende de estabilidade para se tentar o novo, de dinheiro para financiar o começo de uma empreitada, de forças para aguentar uma jornada dupla ou até mesmo tripla em busca da realização, de "Quem Indica" e também de um pouco de infelicidade. Sim, porque um pouquinho de tristeza ou nostalgia é um dos fatores que nos ajudam a sair da inércia e tentar procurar algo melhor. 

O mundo inteiro diz: "faça o que você quiser fazer". Mas quem é que sabe o que realmente quer fazer? Eu já desisti de tentar passar as opções por um funil e peneirar o que sobrou para encontrar o sonho verdadeiro. Muito mais fácil é tentar definir o que não se quer. Se a gente consegue perceber quais caminhos não trilhar, não existe a pressão de se escolher um só objetivo, mas simplesmente a certeza de que estamos nos distanciando daquilo que verdadeiramente não queremos.

Por fim, declaro que odeio o tal conselho do "viva a sua vida como se hoje fosse o seu último dia". Em que realidade isso é possível? Se hoje fosse meu último dia, eu estaria estressada, deprimida e chorando pelos cantos. Se hoje fosse minha última noite eu não conseguiria fazer nada de relevante, já que todo o resto teria perdido um pouco do sentido. Como li em um livro recente, muito mais inteligente é viver a vida de maneira a se orgulhar, se arriscando quando surgirem boas oportunidades, cultivando amigos e gentilezas, sendo feliz nas pequenas coisas diárias.

Mas, apesar da teoria ser bonita, o pontinho de tinta no papel ainda está lá, marcando a minha incapacidade de estabelecer as primeiras metas para uma mudança real na minha vida...

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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Viagem: Cruzeiro Costa Fascinosa - 2014


No final de fevereiro deste ano eu fiz um Cruzeiro, saindo de Santos-SP e passando por Buenos Aires, Argentina e Punta del Este, Uruguai. Foram 8 dias de viagem e uma diversão que eu não antecipava!
A minha ideia de um Cruzeiro era: comida à vontade, num ambiente prioritariamente de píscina (ou de clube) e com áreas fechadas que se resumiriam a locais de restaurante e cabines. A minha imagem não era de todo falsa, mas era extremamente simplista. E isso eu descobri da melhor maneira possível: embarcando na viagem e me surpreendendo com as possibilidades do Cruzeiro.

Viajei pela empresa Costa Cruzeiros, com duas outras amigas. Fiquei numa cabine separada, já que uma amiga foi com o irmão e a outra com o marido, mas já posso dizer de cara que, independente do tipo de cabine (interna, externa com janela ou com varanda), a viagem vale MUITO a pena. Nesta semana de navegação eu entendi que a viagem é o que importa, não tanto os locais de parada, já que a estadia no navio ocupa a maior parte do tempo. O navio é um hotel 5 estrelas, dedicado à diversão dos seus passageiros. Existem várias piscinas, váários bares (neste caso, eram 25), vááárias atrações que envolvem cinema, teatro, shows, cassino, artesanato, fitness, relaxamento em spa, aulas de dança, jogos, etc. O maior desespero é a falta de tempo para se fazer tudo.

Por 8 dias, minha vida foi acordar quando desse vontade, comer um café da manhã 3x o tamanho do que é o normal pra mim, ir pra piscina/ofurô, atividades infinitas, almoçar, almoçar de novo, comer a sobremesa, tomar café, dormir quando desse vontade, beber todas com meu cartão "all inclusive" de bebidas, assistir os shows, ir à biblioteca, visitar as lojinhas do Duty Free, participar dos jogos e quizzes, me vestir pras festas, fingir que ia à academia, além de descer na Argentina e Uruguai e fazer um pouco de turismo local!

A experiência foi tão feliz e compensadora que já me imagino fazendo outra viagem dessas no ano que vem. Uma semana que me pareceu mais 1 mês de folga!















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domingo, 9 de março de 2014

TAG: Palavras Cruzadas

Encontrei essa TAG no canal do youtube da Tatiana Feltrin (originalmente do Canal InesBooks) e a achei bem interessante e divertida. Resolvi colocar aqui por escrito, mesmo, já que não tenho um Vlog. A idéia é responder a 15 perguntas, indicando livros que já li (E como a TAG original está em português de Portugal, mantive as perguntas no mesmo estilo)! Vamos lá!

1) Vox Populi (um livro para recomendar a toda a gente)


Recentemente li o livro "O Arroz de Palma", de Francisco Azevedo, e me apaixonei pela leitura. É um livro extremamente bem escrito, com uma beleza nas frases que me deixou até bastante emocionada. Um século de história de uma família é lindamente descrita e os personagens são interessantes e tangíveis. E, além do mais, é um livro brasileiro que merece mais destaque!

2) Maldito plágio (um livro que gostávamos de ter escrito)


Gosto muito de literatura fantástica. Estive tentada a dizer que gostaria de ter escrito "O Senhor dos Anéis", mas só de pensar no trabalho de se desenvolver até mesmo línguas inteiras desse universo, resolvi escolher um dos meus livros preferidos e que me marcou profundamente desde a minha infância: "A História sem Fim", de Michael Ende. É um livro para se ter na coleção e reler várias vezes! A história é de uma criatividade e sensibilidade absurdas!

3) Não vale a pena abater árvores por causa disto


Esta categoria é um pouco complicada. Eu não me lembro de livros que tenha considerado realmente péssimos na escrita e na falta de objetivo (minha memória é bem ruim...). Lembro de vários que eu não gostei, mas talvez porque não sejam meu estilo. Portanto, escolhi um recente, que realmente me cansou, mas que é de uma autora muito famosa e clássica: "O quarto de Jacob", de Virginia Woolf. É o segundo livro dela que eu peguei pra ler e simplesmente não conseguia focar na leitura por mais que 5 minutos. O tempo todo eu me pegava contando as páginas para ver quanto tempo ainda levaria. Foi uma verdadeira tortura literária. Mas já vi várias pessoas com opiniões positivas.

4) Não és tu, sou eu (um livro bom lido na altura errada)


Quando estava estudando espanhol, sempre tentava ler livros dentro deste idioma. Uma amiga me passou o livro "Ficciones", de Jorge Luis Borges, que é uma das suas obras mais conhecidas e aclamadas. Eu simplesmente não consegui passar do segundo conto. Não sei se porque eu ainda não tinha um conhecimento da língua adequado para esta leitura ou se os contos requeriam outro estado de espírito e minha vida estava extremamente corrida. De qualquer maneira, eu tenho tanta certeza que este é um ótimo livro que comprei minha própria cópia quando estive na Argentina, dias atrás!

5) Eu tentei... (um livro que tentámos ler mas não conseguimos)


Mais uma vez eu me debati com um livro da Virginia Woolf. "Mrs. Dalloway" foi o primeiro livro dela que me empenhei a ler.. por um ano inteiro!... e não consegui! E como vejo gente dizendo que esse é um livro excelente, etc, etc, etc. Talvez tenha sido o momento (tentei ler no final do meu doutorado), mesmo porque eu consegui ler "O Quarto de Jacob" que é ainda mais chato, mas eu com certeza insistirei nesta leitura futuramente!

6) Hã? (um livro que lemos e não percebemos nada OU um livro que teve um final surpreendente)


 É com extrema vergonha que digo que praticamente não consegui entender o que "Neuromancer", de William Gibson, tem de bom. Isto porque eu simplesmente adoro esse universo geek/nerd fantasioso. Eu também sabia que este livro trazia o primeiro contexto de "Matrix" e conhecia um pouco da história. Mas achei o livro em si extremamente confuso e cansativo. Como eu queria ter amado esta obra!!! Mas não penso nem em ler mais nada desta "série".
E como final surpreendente, escolhi um livro YA recente, que me deixou empolgadíssima com as reviravoltas do meio até o fim: "Em Chamas", de Suzanne Collins, o segundo da Trilogia Jogos Vorazes. E como eu resolvi roubar nas regras, estou colocando também o livro final: "A Esperança", mas neste caso só mesmo o final salva a obra.

7) É tão bom, não foi? (um livro que devorámos)


Como já ficou bem claro, eu adoro literatura fantasiosa e distopias. Os livros que mais me deixam vidrada, sem dormir direito, lendo pelos cantos, são sempre neste estilo. Poderia citar vários: "O Senhor dos Anéis" de Tolkien; "1984", de Orwell; "Harry Potter", de J. K. Rowling; "Jogos Vorazes", de Suzanne Collins; mas vou premiar o primeiro livro das Crônicas de Gelo e Fogo: "A Guerra dos Tronos", de George R. R. Martin. Lembro que na época que comecei a ler este livro eu estava fazendo um estágio, no final do meu doutorado, em Boston. Eu trabalhava o dia inteiro, inclusive finais de semana, para conseguir terminar os experimentos a tempo. E a cada 10 ou 15 minutos que eu tinha livre ou durante almoços e jantares, eu abria o kindle e lia tanto que era preciso colocar um despertador para que eu não perdesse o horário. No final das contas, não foi um livro que eu li tão rápido, simplesmente por falta absoluta de tempo, mas lembro que eu lia sempre que tinha alguns minutos e chegava a sonhar com a história.

8) Entre livros e tachos (uma personagem que gostaríamos que cozinhasse para nós)


Sem dúvida eu penso logo na Tita, personagem principal do livro "Como Água para Chocolate", da mexicana Laura Esquivel. O livro todo te dá fome! Cada capítulo começa com uma receita maravilhosa e as descrições dos pratos e sabores se misturam aos sentimentos que o livro traz. Muito bom!

9) Fast Forward (um livro que podia ter menos páginas que não se perdia nada)


Aqui entram dois livros totalmente diferentes e por motivos completamente diversos. O primeiro livro é um calhamaço e poderia ter sido diminuído em pelo menos uns 30 a 40%: "A Dança dos Dragões", de George R. R. Martin (quinto livro da série As Crônicas de Gelo e Fogo). Ainda assim essa obra é incrível, mas acho que o excesso de descrições "políticas" e de páginas sem fim onde quase nenhuma ação acontece é simplesmente cansativo.
O outro livro é muito pequeno! O meu problema é que não consegui gostar de Dom Casmurro quando o li (leitura obrigatória da escola) simplesmente porque a história é uma repetição sem fim da mesma coisa: fui traído ou não???? (multiplique essa frase pelo infinito). Portanto, se era só pra ficar nessa dúvida cruel, esse livro não merecia mais do que 100 páginas. Penso em reler este livro, já que a minha opinião pode estar baseada num péssimo momento em que o li (e era muito jovem!).

10) Às cegas (um livro que escolheríamos só por causa do título)


A minha escolha é "As Canções da Terra Distante", de Arthur C. Clarke. Dele já tinha lido "2001, Uma Odisséia no Espaço" e quando fui até a biblioteca me encantei com este outro livro e o levei para casa somente pelo título mesmo! Mas a história é sensacional!
Fiquei bastante tentada a escolher "A História sem Fim", de Michael Ende, e "Feliz Ano Velho", de Marcelo Rubens Paiva, que merecem menção honrosa por terem títulos que me fizeram querer lê-los.

11) O que conta é o interior (um livro bom com uma capa feia)


Assim como a Tatiana Feltrin, eu também escolhi "O Grande Gatsby" como o livro de capa mais horrorosa que consigo lembrar. Gente, o que é essa capa??? E o pior é que essa imagem é super associada ao livro/filme, inclusive já vi camisetas com essa estampa... O que dizer? Só que eu preferiria mil vezes comprar este livro com a capa do filme, o que é algo raro de dizer, já que detesto capas assim!

12) Rir é o melhor remédio (um livro que nos tenha feito rir)



Mais uma vez, lá vou eu roubar nas regras e indicar dois livros! =D
O primeiro, que na verdade faz parte de uma série, é "O Guia do Mochileiro das Galáxias", de Douglas Adams. Ria do absurdo das situações e das ironias do texto. Achei muito divertido, mas conheço quem não suporte o estilo (Oi, Mãe!).
O segundo é "Minha Vida de Menina", de Helena Morley. Neste caso, não foram risadas incontroláveis, mas associadas a um bom sentimento ao ler a infância da autora em Diamantina - MG, tão cheia de situações divertidas/engraçadas e que me fizeram lembrar minha vida no interior!

13) Tragam-me os Kleenex, se faz favor (um livro que nos tenha feito chorar)


Das duas vezes que li "Meu Pé de Laranja Lima", de José Mauro de Vasconcelos, precisei parar a leitura porque chegava a ter dor de cabeça e rosto inchado de tanto chorar. Um livro incrível, mas muito, muito triste, que fala da infância extremamente pobre e difícil do autor! A menção honrosa vai para "A Menina que Roubava Livros", do Markus Zusak, que mostra uma história cativante e destruidora de corações em meio à Alemanha nazista.

14) Este livro tem um v de volta (um livro que não emprestaríamos a ninguém)


Sem dúvida eu escolho "O Mundo Assombrado pelos Demônios (A ciência vista como uma vela no escuro)", de Carl Sagan. A escolha se baseia no fato do Carl Sagan ser a pessoa mais inspiradora (cientificamente falando) que "conheço". Ele foi um cientista brilhante e um divulgador da Ciência ainda mais incrível. Este livro fala de como ele tenta ver os fenômenos "sobrenaturais" pela luz da Ciência. E porque ele chegou a este tipo de pensamento. Tudo de uma maneira fácil de ler, de entender, e muito inspiradora. Meu ídolo!!!

15) Espera aí que eu já te atendo (um livro ou autor que estamos constantemente a adiar)


Ahh, com certeza escolho o livro "1Q84", de Haruki Murakami. Quando estive em Boston (final de 2011, começo de 2012) ganhei este livro como presente dos meus colegas de laboratório. Todos sabiam o quanto eu gosto de ler e quiseram comprar logo uma obra grande para que a "viagem de volta" fosse menos tediosa. Hoje, mais de 2 anos depois, ainda nem li a primeira página! =(
Morro de vergonha de admitir, mas eu sempre tinha mil coisas ao mesmo tempo para ler, e como este é um tomo grande, com ilustrações, com jacket, resolvi ir deixando pra depois, pra depois... Mas deste ano não passa! =) 

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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Aleatoriedade

Na falta total de um tópico que me convença a escrever qualquer coisa, resolvi enumerar uma série de fatos que aconteceram este ano. Não fiz post de "Fim de Ano", como seria o meu normal. Também não fiz promessas de ano novo. Não tive ânimo pra muita coisa, portanto, pra não esquecer como foram essas primeiras semanas de 2014, aí vai um resumão:

  • Passei o Réveillon em um sítio, com meus irmãos, cunhadas, sobrinhas e um primo (e também os donos do sítio, família do primo, etc). Nem sei dizer a quanto tempo não passava um feriado ou mesmo final de semana em algum lugar novo!
  • Fui madrinha de batismo da minha sobrinha mais nova! No meu último dia de férias em BH eu segurei a Lívia enquanto o padre dava um banho em todos nós! Hahahaha! Ainda bem que o calor era grande e a Lívia achou tudo muito divertido!
  • Assinei contrato como locatária oficial do meu apartamento. Pela primeira vez eu consegui fazer isso como locatária única e o apartamento é ótimo! Tô me sentindo tão adulta, com essa responsabilidade!
  • Achei que fosse morrer no verão mais quente que já passei na vida...
  • Eu e meus amigos retomamos de vez o nosso "Clube do Conto", que fazíamos no período em que todos trabalhávamos no mesmo laboratório na USP. Toda quarta-feira discutimos um conto que um de nós escolhe. E é em inglês, então ainda dá pra sair no lucro do treino de outra língua!
  • Em mais um final de semana de sítio, eu e a grande maioria do pessoal do trabalho fomos ao casamento de uma amiga em Sorocaba. Aproveitamos e emendamos um churrasco no final de semana!
  • Voltei pra academia e já estou reclamando de como tudo é tão chato! Aaaaaaaaaa!!
  • Voltei à Cervejaria Nacional com uma turma de amigos. Que saudade daquela cerveja IPA que eles fazem!!
  • Com a cara e a coragem, instalei sozinha a conexão de gás. Passei umas duas semanas com medo de ligar o fogão!! hahahaha
  • Esqueci que existe algo chamado "caloria" (e que esse algo é muito ruim quando em excesso) quando fui ao aniversário de 1 ano do filho de uma amiga. Comi como se não houvesse amanhã. Não sobrou uma jujuba pra contar a história!
  • Decidi ir viajar na semana antes do Carnaval! Vou pra um cruzeiro, que passa por Buenos Aires e Punta del Este!!!! Vivaaa!! Há tempos não me empolgava tanto com uma viagem! Fotos virão!

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